Quando escrevo…

Oie amores, como estão hoje?

Bom, hoje quero conversar um pouquinho com você sobre um assunto que é muito importante para mim.

E S C R I T A

Escrever e ler sempre fizeram parte de mim, sempre que eu terminava de ler algum livro que eu gostava, eu fazia um resumo dele. Peguei esse costume na escola, pois sempre tinha que fazer as benditas. Mas passei a gostar muito de expor a minha opinião sobre o que eu tinha lido e isso virou um hábito.

Conforme eu fui crescendo, passei a jogar RPG(Role-playing game/jogo de interpretação de papéis), que para quem não conhece, é uma espécie de jogo no qual os jogadores assumem papéis dos personagens desenvolvidos através de fichas e criam narrativas colaborativamente, mas principalmente através de um mestre… E eu peguei muito gosto por esse jogo, com o tempo passei a criar as minhas próprias histórias.

Com isso, o gosto pela escrita tomou conta de mim. Criava personagens loucos, mundos ainda mais malucos. Porém, a gente cresce, e isso ficou muito tempo adormecido dentro de mim. Fiz faculdade, trabalhei na área. Até que a oportunidade de escrever a Série Minha vida com o Gui Cepeda apareceu. E eu nunca fui tão grata por isso.

Depois disso, foi como se algo dentro da minha cabeça e coração tivesse sido acordado. Os mundos, histórias que a tanto tempo estavam dormindo dentro de mim, estavam acordados, de uma forma que gritavam e brigavam comigo. Juro que não fiz por mal em deixa-los tanto tempo escondidos dentro de mim, veja bem… eu sempre achei que escritores brasileiros não publicavam livros sem serem famosos, sequer sabia que isso era possível. Pelo menos para mim, uma mera mortal.

Acontece pessoal, que a escrita é algo muito libertador para mim. Tem dias que não quero nem olhar esse word. Mas não por preguiça, ok… as vezes é por preguiça, mas por medo. Por medo do que eu serei capaz de escrever. Às vezes, nossos textos são reflexos da nossa alma, e quando não estamos tão bem assim, nossa escrita reflete em tudo. E muita das vezes, tenho medo do que poderei escrever, medo de me encontrar e de me enxergar. Isso me assusta as vezes. Muitas das vezes eu me pego lendo textos antigos e assusto com coisas que sentia e que sinto. Pode não fazer sentido para muitos, mas para nós, que escrevemos, sabemos o real significado de cada linha.

Claro, que muitas das vezes, não tem nada. Mas, é naquela pequena linha que se encontra cada sentimento e pedaço de nossas almas. Eu sempre prometi a minha mesma, que se não fosse para escrever algo que mudasse alguém, que se não fosse algo que fosse transformador ou que tocasse alguém de alguma forma eu nem escreveria. Então, acho que é por isso que muitas das vezes eu me pego encarando um documento em branco por tanto tempo.

Mesmo em uma simples fantasia, como Felicidade Invisível, tem algo que me tocou profundamente escrevendo. E quero que sua continuação também o tenha. Por isso, que continuar, demorou um pouco. Acho que talvez, escrevendo esse texto entendi George R. R. Martin, e suas criticas sociais, politicas e religiosas em seus livros. É, deve ser difícil.

Aprendi nesse tempo de escrita a valorizar cada escritor, pois cada um tem seu tempo e seu jeito de escrever. Lógico, que existem aqueles que escrevem visando o lucro e a ganancia, esses terão que prestar contas consigo mesmos num futuro. Já eu, quero livros que façam a diferença no mundo de alguma forma, que aqueçam o coração e embalem suas almas. Espero que de alguma forma ou outra eu consiga isso!

Vocês escrevem também? Deixe aí nos comentários como se sentem ao escrever!

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Lari Azevedo

Larissa Azevedo, ou apenas Lari, nasceu em 1988, na cidade de São Paulo, onde ainda reside. Desde pequena é apaixonada por arte, cores e literatura. Formada em Design Digital, é diretora de arte em uma agência de Comunicação. Além disso, é colaboradora do blog Burn Book e, como fuga, lê todos os livros que pode, escreve e brinca no Photoshop nas horas livres.

Blog Comments

Acho que entendo seu medo. Às vezes, sinto muito medo de me frustra-te também, sabe? Porque nem sempre a resposta é positiva e enquanto eu escrevo só para mim, sei que tenho o porquê continuar. É triste pensar assim, mas é minha proteção para continuar a fazer algo que eu amo.
Beijos Lari Linda ❤️

Nossa, é exatamento isso. Bate muito medo.
“será que vai ficar bom? será que vão gostar?” é o tal do querer que todos gostem ou do que aquilo faça com que mude algo em alguém. <3

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